Central de deteção de incêndio instalada num edifício

Incêndio e gases

Deteção precoce.
Resposta rápida.
Proteção contínua.

Projetamos, instalamos e mantemos sistemas automáticos de deteção e alarme de incêndio para habitações, comércio, indústria, condomínios e edifícios de utilização coletiva.

Cada solução é estudada de acordo com o edifício, a ocupação e o risco, garantindo uma resposta adequada em caso de incêndio.

Deteção precoce
Resposta rápida
Sistemas certificados
Assistência contínua

Leitura do sistema

Muito mais do que uma central.

Deteta

O sistema acompanha o ambiente para identificar sinais de incêndio o mais cedo possível.

Analisa

A central interpreta a informação recebida e ajuda a perceber o que se está a passar.

Alerta

Quando existe uma situação de alarme, o sistema gera aviso sonoro e visual.

Evacuação

O objetivo é ajudar a retirar pessoas do espaço com mais rapidez e clareza.

Protege pessoas

Toda a lógica do sistema existe para apoiar a resposta e reduzir o risco humano.

Casos de utilizacao

Cada edificio exige uma solucao diferente.

Habitações

Contexto

Casas, moradias e pequenos edifícios habitacionais.

Objetivo

Ganhar deteção precoce e aviso claro em zonas críticas do dia a dia.

Necessidades

Ler bem a ocupação, a circulação e os pontos onde a deteção faz mais sentido.

Comércio

Contexto

Lojas, espaços de atendimento e pequenas superfícies.

Objetivo

Proteger pessoas, mercadoria e operação com leitura simples do edifício.

Necessidades

Organizar deteção, aviso e resposta de acordo com horário e utilização real.

Escritórios

Contexto

Espaços administrativos, serviços e edifícios de utilização coletiva.

Objetivo

Garantir aviso claro, boa leitura do sistema e apoio à evacuação.

Necessidades

Ter em conta compartimentação, pisos, circulação e ocupação variável.

Indústria

Contexto

Naves, zonas técnicas, produção e apoio logístico.

Objetivo

Adaptar a solução a riscos, volumes e rotinas operacionais mais exigentes.

Necessidades

Dimensionamento correto, leitura por zonas e integração com outras respostas do edifício.

Hotéis

Contexto

Unidades hoteleiras, alojamentos e edifícios com permanência de pessoas.

Objetivo

Apoiar a deteção, o aviso e a orientação em contextos com ocupação contínua.

Necessidades

Pensar a solução em função da distribuição, quartos, circulação e evacuação.

Condomínios

Contexto

Entradas, garagens, zonas comuns e áreas técnicas partilhadas.

Objetivo

Criar uma resposta organizada nas áreas comuns e pontos críticos do edifício.

Necessidades

Ler acessos, pisos, zonas partilhadas e modo de utilização do espaço.

Como funciona

O sistema liga deteccao, aviso e resposta.

Nao se trata de vender uma central. Trata-se de criar uma logica de deteccao e alarme que ajude o edificio a reagir de forma clara.

Detetor

Central

Sirenes

Botões

Evacuação

Intervenção

Detetor

Identifica sinais relevantes no ambiente e envia essa informação para a central.

Central

Recebe, interpreta e organiza a resposta do sistema de acordo com a programação feita.

Sirenes

Ajudam a avisar as pessoas presentes para que a situação seja rapidamente percebida.

Botões

Permitem acionar o alarme quando alguém deteta uma situação antes da leitura automática.

Evacuação

O aviso e a sinalização apoiam a saída organizada das pessoas do edifício.

Intervenção

A resposta depende sempre do edifício e do plano definido para esse contexto.

Convencional ou enderecavel

Qual a solucao mais adequada?

Convencional

Uma solução simples para edifícios onde a leitura por zonas é suficiente.

Identifica zonas
Boa leitura para edifícios menores
Menor complexidade
Abordagem direta e robusta

Endereçável

Uma solução com maior detalhe quando o edifício exige mais leitura do sistema.

Identifica cada dispositivo
Maior detalhe de informação
Mais flexibilidade em edifícios maiores
Boa base para projetos com maior exigência
A escolha depende sempre das caracteristicas do edificio e dos objetivos do projeto.

Componentes do sistema

O papel de cada componente depende do edificio.

Escolhemos o tipo de deteção em função do espaço e do risco.

Nos detetores, o importante não é o modelo. É perceber que tipo de leitura faz sentido em cada zona do edifício.

O que avaliamos

Fumo: quando se pretende uma deteção precoce em zonas interiores adequadas.
Temperatura: quando o ambiente pode tornar a leitura de fumo menos indicada.
Multicritério: quando faz sentido cruzar mais do que um parâmetro para uma leitura mais ajustada.

Quando faz sentido

Tipo de utilização
Condições do ambiente
Risco esperado
Compartimentação do edifício

Como definimos a solucao

Cada edificio e diferente.

Analisamos o edificio antes de propor a solucao. Primeiro estudamos a utilizacao, a ocupacao e o risco. So depois escolhemos os equipamentos.

Destaque

Primeiro estudamos o edificio.
So depois escolhemos os equipamentos.

Utilização

Percebemos como o edifício é usado no dia a dia e o que deve ser protegido.

Ocupação

A forma como as pessoas permanecem no espaço muda a forma como o sistema deve responder.

Compartimentação

A distribuição por pisos, salas, zonas técnicas e áreas comuns influencia a leitura do sistema.

Risco

Nem todos os edifícios apresentam o mesmo risco nem precisam da mesma arquitetura.

Circulação

Analisamos percursos, acessos e pontos de passagem para apoiar melhor o aviso e a evacuação.

Dimensões

A escala do edifício influencia cobertura, organização e detalhe da solução.

Infraestruturas

A solução tem de respeitar o que já existe e perceber o que pode ou não ser aproveitado.

Necessidades futuras

Sempre que fizer sentido, pensamos a instalação para crescer com o edifício.

O nosso processo

Do levantamento à manutenção, com um processo completo.

A instalação não termina quando a central arranca. O processo inclui estudo, programação, ensaios, formação e acompanhamento posterior.

1

Visita técnica

Conhecemos o edifício, a sua utilização e os pontos que condicionam a solução.

2

Levantamento

Registamos a distribuição, a ocupação, a compartimentação e os riscos mais relevantes.

3

Projeto e dimensionamento

Definimos a arquitetura do sistema e a leitura mais adequada para o espaço.

4

Instalação

Montamos e organizamos a infraestrutura com critério técnico e método.

5

Programação

Configuramos a central e a lógica do sistema de acordo com o edifício.

6

Ensaios

Validamos o comportamento do sistema e a leitura de alarme no local.

7

Formação

Explicamos como interpretar o sistema e como atuar no dia a dia.

8

Manutenção

Continuamos disponíveis para ensaios, acompanhamento e apoio técnico.

Quando existe um alarme

Quando existe um incendio, cada segundo conta.

A resposta do sistema depende sempre da solucao instalada e da logica definida para o edificio, mas o objetivo e o mesmo: detetar cedo, alertar com clareza e apoiar a resposta.

Detetor identifica

Um dos pontos de deteção reconhece uma alteração relevante no ambiente.

Central recebe informação

A central interpreta essa leitura dentro da lógica definida para o edifício.

Confirmação do alarme

O sistema organiza a resposta prevista para essa situação concreta.

Sirenes

O aviso ajuda a tornar a situação imediatamente percetível para quem está no local.

Evacuação

As pessoas são orientadas a sair de forma mais rápida e organizada.

Intervenção

A resposta final depende sempre do edifício, do plano definido e da situação real.

Manutencao

O nosso trabalho continua depois da instalacao.

Continuamos disponiveis para manutencao, ensaios, apoio tecnico, substituicao de equipamentos e expansao do sistema quando o edificio evolui.

Manutenção

Acompanhamos o sistema para que continue fiável e alinhado com a utilização do edifício.

Ensaios

Validamos o comportamento do sistema e ajudamos a confirmar a leitura operacional da instalação.

Apoio técnico

Mantemo-nos disponíveis para esclarecer, ajustar ou acompanhar o cliente quando necessário.

Substituição de equipamentos

Quando aplicável, apoiamos a renovação de elementos do sistema ao longo do tempo.

Expansão

Se o edifício muda, a instalação pode precisar de evoluir com essa nova realidade.

Integracoes

O sistema pode trabalhar em conjunto com outros equipamentos.

Portas corta-fogo

Alguns projetos exigem articulação com portas e fechos para apoiar a resposta do edifício.

Elevadores

A relação com elevadores pode fazer parte da lógica definida para o sistema.

AVAC

Em certos contextos, o sistema pode trabalhar em conjunto com ventilação e climatização.

Sinalização

A sinalização ajuda a complementar a leitura do espaço e o apoio à evacuação.

Controlo técnico

Projetos mais completos podem articular o incêndio com outras funções técnicas do edifício.

Outros sistemas

As integrações dependem sempre do projeto e dos equipamentos instalados.

As integracoes dependem do projeto e dos equipamentos instalados.

Licenciamento ANEPC

A ElectroSecur esta licenciada pela ANEPC para venda, instalacao e manutencao de sistemas automaticos de deteccao e alarme de incendio.

Marcas

Selecionamos equipamentos de acordo com as necessidades de cada instalação.

Logotipo Cofem
Logotipo Inim
Logotipo Teletek

Pronto para proteger o que mais importa?

Vamos estudar o seu edifício e propor a solução mais adequada.

Analisamos o espaço, explicamos as opções e apresentamos um orçamento claro e ajustado às necessidades do projeto.

Soluções personalizadas

Para cada tipo de espaço

Equipamentos certificados

Tecnologia fiável e testada

Acompanhamento próximo

Do primeiro contacto ao pós-venda

Mais de 30 anos de experiência

2 lojas físicas
Presença forte na Zona Oeste

Perguntas frequentes

Esclarecemos as dúvidas mais comuns antes de avançar.

Mantivemos respostas diretas para ajudar a perceber como o sistema é pensado, como funciona e como continua a ser acompanhado depois da instalação.

Qual a diferença entre convencional e endereçável?

Um sistema convencional identifica zonas, enquanto um sistema endereçável consegue dar mais detalhe sobre o ponto que gerou o evento. A escolha depende sempre do edifício e dos objetivos do projeto.

Como escolhem a central?

Não escolhemos a central de forma isolada. Primeiro analisamos o edifício, a utilização, a compartimentação, o risco e a arquitetura pretendida. Só depois definimos a solução mais adequada.

Fazem manutenção?

Sim. O nosso trabalho continua depois da instalação com manutenção, ensaios, apoio técnico e acompanhamento sempre que necessário.

Instalam em edifícios existentes?

Sim. Cada projeto é estudado de acordo com a realidade do edifício, quer seja uma instalação nova quer um espaço que já está em utilização.

É possível ampliar o sistema?

Em muitos casos, sim. A possibilidade de expansão depende da solução implementada e da forma como o edifício evolui ao longo do tempo.

O que acontece quando um detetor dispara?

O detetor envia a informação para a central, que interpreta o evento e ativa a resposta prevista para esse contexto, incluindo aviso e apoio à evacuação quando aplicável.

Como funciona um botão manual?

O botão manual permite que uma pessoa sinalize uma situação de alarme diretamente no sistema quando deteta o risco no local.

Como funcionam as sirenes?

As sirenes ajudam a tornar o alarme percetível no edifício. O seu posicionamento e leitura dependem da distribuição do espaço e da ocupação.

É possível integrar com outros sistemas?

Sim, em projetos onde isso fizer sentido. As integrações dependem do projeto e dos equipamentos instalados.

Como é feito o levantamento?

O levantamento inclui leitura do edifício, ocupação, compartimentação, circulação, risco e condições técnicas da instalação.

Prestam assistência?

Sim. A ElectroSecur continua disponível para apoio técnico, manutenção, ensaios e ajustamentos do sistema.

Trabalham em comércio e indústria?

Sim. Desenvolvemos soluções para habitações, comércio, escritórios, indústria, hotéis, condomínios e outros edifícios de utilização coletiva.

Como escolhem os detetores?

A escolha dos detetores depende do risco, da utilização, das condições do ambiente e da leitura que faz mais sentido em cada zona do edifício.

Quanto tempo demora uma instalação?

Não existe uma duração única. O tempo depende da dimensão do edifício, da complexidade da solução e do estado das infraestruturas existentes.

Ajudam na escolha da solução?

Sim. Estudamos o edifício antes de propor a solução, explicamos as opções e ajudamos o cliente a perceber o que faz mais sentido para o seu caso.

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